*Pra ler ouvindo "Ghosts that we knew" - Mumford and Sons
You saw my pain, washed out in the rainAnd broken glass, saw the blood run from my veinsBut you saw no fault, no cracks in my heartAnd you knelt beside, my hope torn apartBut the ghosts that we knew will flicker from viewAnd we'll live a long lifeEu sei. Sou muito boba. Muito idiota. Não é nem inocência, porque eu sei, no fundo eu sei quando vou me ferrar. E mesmo assim eu continuo caminhando no caminho errado, esperando coisas de onde não há nada a esperar; me deixando perturbar por coisas e pessoas que não merecem nem uma batida a mais do meu coração; continuo tendo consideração por pessoas que não ligam a mínima pra mim! E são 33 anos assim. Por quê? Queria entender. Assim como queria entender porque o cara te manda sumir da vida dele e depois vem puxar papo. Mas querer saber o motivo disso é como querer saber o sentido da vida, o sexo dos anjos, ou ainda, porque o céu é azul. Não existe resposta pra isso! A única coisa que posso fazer com relação a isso é não deixar isso me atingir. A pessoa tá aí. Manaus é pequena, mas eventualmente iremos nos encontrar. E toda vez que isso acontecer, minha perna não pode tremer, minha voz não pode afinar ou tremer, meus olhos não tem porque se voltarem pro chão.
A verdade é que pra uma jovem de 19 anos, aquele namoro era real, aqueles sentimentos eram reais, aquela jovem podia ser feliz em qualquer lugar, de qualquer jeito desde que estivesse com ele. Acho que o reencontro de 2002 foi mais marcante que os dezoito meses de namoro. E o reencontro de 2010 serviu pra mostrar que o passado havia passado, e que não havia porque temê-lo. Agora só falta jovem senhora entender isso de uma vez por todas, e não ficar ofegante e ter taquicardia toda vez que ver o nome da pessoa. Bem que ele podia me esquecer também. Embora eu ache que TODA música do PEARL JAM que ele ouve, só vem minha pessoa a cabeça. Pelo menos deveria. E eu queria ouvir essa confissão da parte dele, só pra ter certeza de que em algum momento da vida, a imagem da minha pessoa o assombra, como ele assombra meus dias. Ou que eu apenas deixe de tremer quando vir o nome dele por aí.

No comments:
Post a Comment