Tuesday, January 28, 2003
Monday, January 27, 2003
O Fim de semana foi bom. Estou fazendo uma nova amizade. Alguém bem parecido comigo, assim com planos parecidos com os meus. É engraçado. Até estou com medo que acabe rolando algo. Mesmo! Acho que não quero, mesmo porque, ontem eu vi e falei com o Jr. e suei frio enquanto estávamos conversando. Não pude conter o sorriso quando ele começou a fazer carinho na minha nuca. Sem contar que ficamos bem pertinho, quase encostados.
Ai, ai, dá-me paciência, Deus!
Ai, ai, dá-me paciência, Deus!
Sunday, January 26, 2003
Saturday, January 25, 2003
Ontem, lendo uma entrevista na Revista Época descobri que sou séria cantidata a ser co-dependente. Isso não é bom, mas estou aprendendo a lidar com isso!
Ah, a matéria tá aqui.
Ah, a matéria tá aqui.
Friday, January 24, 2003
Thursday, January 23, 2003
Given to Fly
Pearl Jam
he could have tuned in, tuned in, but he tuned out
a bad time, nothing could save him
alone in a corridor, waiting, locked out
he got up out of there, ran for hundreds of miles
he made it to the ocean had a smoke in a tree
the wind rose up, set him down on his knee
a wave came crashing like a fist to the jaw,
delivered him wings, "hey look at me now..."
arms wide open with the sea as his floor
oh, oh, oh...
he's flying, whole!
high! wide! oh...
he floated back down cause he wanted to share
his key to the locks on the chains he saw everywhere
but first he was stripped, and then he was stabbed
by faceless men, well fuckers...he still stands
and he still gives his love, he just gives it away;
the love he recieves is the love that is saved
and sometimes is seen a strange spot in the sky
a human being that was given to fly...
flying! whole...
high! flying! whole...
he's flying! woah...
high... woah... oh...
Pearl Jam
he could have tuned in, tuned in, but he tuned out
a bad time, nothing could save him
alone in a corridor, waiting, locked out
he got up out of there, ran for hundreds of miles
he made it to the ocean had a smoke in a tree
the wind rose up, set him down on his knee
a wave came crashing like a fist to the jaw,
delivered him wings, "hey look at me now..."
arms wide open with the sea as his floor
oh, oh, oh...
he's flying, whole!
high! wide! oh...
he floated back down cause he wanted to share
his key to the locks on the chains he saw everywhere
but first he was stripped, and then he was stabbed
by faceless men, well fuckers...he still stands
and he still gives his love, he just gives it away;
the love he recieves is the love that is saved
and sometimes is seen a strange spot in the sky
a human being that was given to fly...
flying! whole...
high! flying! whole...
he's flying! woah...
high... woah... oh...
Teste
Raramente faço esses testes que encontro por aí, mas esse eu não podia deixar de fazer, já que é sobre a banda que mais amo in the whole world, ou quase! Eu não saberia escolher uma música pra me representar, ou uma que eu gostasse mais. E fiz esse teste e amei o resultado! Talvez eu tivesse amado qualquer que desse! Enfim, vejam que fofo e emocionante.
Raramente faço esses testes que encontro por aí, mas esse eu não podia deixar de fazer, já que é sobre a banda que mais amo in the whole world, ou quase! Eu não saberia escolher uma música pra me representar, ou uma que eu gostasse mais. E fiz esse teste e amei o resultado! Talvez eu tivesse amado qualquer que desse! Enfim, vejam que fofo e emocionante.
Tuesday, January 21, 2003
Recebi por mail do Daniel_T.
A CENOURA, O OVO E O CAFÉ
Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela. Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.
Seu pai, um chef, levou-a até a cozinha dele. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.
Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela. Retirou os ovos e os colocou em uma tigela. Então pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela. Virando-se para ela, perguntou:
- Querida, o que você está vendo?
- Cenouras, ovos e café - ela respondeu.
Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
- O que isto significa, pai?
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, a água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente. A cenoura entrara forte, firme e inflexível, mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil. Os ovos eram frágeis -sua casca fina havia protegido o líquido interior, mas depois de terem sido fervidos na água, seu interior se tornara mais rijo. O pó de café, contudo, era incomparável; depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água.
Ele perguntou à filha:
-Qual deles é você, minha querida? Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha, torna-se frágil e perde sua força? Ou será você como o ovo, que começa com um coração maleável, mas que depois de alguma perda ou decepção se torna mais duro, apesar de a casca parecer a mesma? Ou será que você é como o pó de café, capaz de transformar a adversidade em algo melhor ainda do que ele próprio?
Somos nós os responsáveis pelas próprias decisões. Cabe a nós - somente a nós - decidir se a suposta crise irá ou não afetar nosso rendimento profissional, nossos relacionamentos pessoais, nossa vida enfim. Ao ouvir outras pessoas reclamando da situação, ofereça uma palavra positiva. Mas você precisa acreditar nisso. Confiar que você tem capacidade e tenacidade suficientes para superar mais este desafio.
"Uma vida não tem importância se não for capaz de impactar positivamente outras vidas".
A CENOURA, O OVO E O CAFÉ
Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela. Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.
Seu pai, um chef, levou-a até a cozinha dele. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.
Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela. Retirou os ovos e os colocou em uma tigela. Então pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela. Virando-se para ela, perguntou:
- Querida, o que você está vendo?
- Cenouras, ovos e café - ela respondeu.
Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
- O que isto significa, pai?
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, a água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente. A cenoura entrara forte, firme e inflexível, mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil. Os ovos eram frágeis -sua casca fina havia protegido o líquido interior, mas depois de terem sido fervidos na água, seu interior se tornara mais rijo. O pó de café, contudo, era incomparável; depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água.
Ele perguntou à filha:
-Qual deles é você, minha querida? Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha, torna-se frágil e perde sua força? Ou será você como o ovo, que começa com um coração maleável, mas que depois de alguma perda ou decepção se torna mais duro, apesar de a casca parecer a mesma? Ou será que você é como o pó de café, capaz de transformar a adversidade em algo melhor ainda do que ele próprio?
Somos nós os responsáveis pelas próprias decisões. Cabe a nós - somente a nós - decidir se a suposta crise irá ou não afetar nosso rendimento profissional, nossos relacionamentos pessoais, nossa vida enfim. Ao ouvir outras pessoas reclamando da situação, ofereça uma palavra positiva. Mas você precisa acreditar nisso. Confiar que você tem capacidade e tenacidade suficientes para superar mais este desafio.
"Uma vida não tem importância se não for capaz de impactar positivamente outras vidas".
Monday, January 20, 2003
Sabe o que é engraçado? Faz tempo que eu não comento em blogs alheios, esse blog não é público e ainda assim tenho muitos visitantes que passam aqui pra ler as besteiras que escrevo. Podem não gostar, mas voltam assim mesmo. Sem contar os que chegam através das máquinas de busca. Teve uma pessoa que chegou procurando pelo Túlio Sakamoto. A essa pessoa um abraço especial.
Rosinha agradece de coração!

Rosinha agradece de coração!
Sunday, January 19, 2003
da série: preciso arrumar essa bagunça - II
Livros, revistas, pastas, etc.
Ali podemos ver umas roupas penduradas no cabide, umas minhas, outras de mamis mas que não cabem no guarda-roupa. Tem também o balde de roupa suja, um de roupa limpa (meus edredons estão lá). Tem a estante de livros e revistas, além de uma pequena coleção de agendas velhas e diários de anos passados. Tem livros da minha irmã também.
Repararam no espelho e no monte de bocas na parede? Pois é, quando eu era mais nova tinha preguiça de pegar um pedaço de papel higiênico pra limpar o excesso de batom, e descontava na parede ao lado do espelho! Muita onda! Ali na frente do espelho, tem a caixa de esmaltes que "coleciono".
Acho que é só. Se tiverem alguma dúvida, perguntem!
Livros, revistas, pastas, etc.
Ali podemos ver umas roupas penduradas no cabide, umas minhas, outras de mamis mas que não cabem no guarda-roupa. Tem também o balde de roupa suja, um de roupa limpa (meus edredons estão lá). Tem a estante de livros e revistas, além de uma pequena coleção de agendas velhas e diários de anos passados. Tem livros da minha irmã também.
Repararam no espelho e no monte de bocas na parede? Pois é, quando eu era mais nova tinha preguiça de pegar um pedaço de papel higiênico pra limpar o excesso de batom, e descontava na parede ao lado do espelho! Muita onda! Ali na frente do espelho, tem a caixa de esmaltes que "coleciono".
Acho que é só. Se tiverem alguma dúvida, perguntem!
Ae, galerosos, estou um pouco altinha, depois de participar de uma festa ultra-super-mega-Exclusiva do mundo rocker de Manaus. Um querido e conhecido amigo meu resolveu juntar os trapinhos com a noiva (quase eterna). Ela também é suuuuper legal, e foi uma coisa linda a cerimônia, apesar de eu ter entendido muito pouco do que o padre falou, e a recepção também foi divina! Gosto muito dos dois, e principalmente dela, que aprendi a gostar com o tempo. Ela é linda: simpática, meiga, atenciosa, inteligente e amiga. Ele também é super dez: sempre cantava as músicas que eu pedia (e eles sabiam tocar), foi corajoso e fez um tributo que eu esperei ansiosamente, e me convidou pra dividir o palco com ele algumas vezes (com muita honra). Enfim, eles merecem!
Ai ai. Mais um casal de amigos casados!
Ai ai. Mais um casal de amigos casados!
Friday, January 17, 2003
da série: preciso arrumar essa bagunça
A escrivaninha da minha irmã
Tem várias coisas nela: livros do ano passado, cadernos do ano passado, livros meus, latas de chocolate vazias, presentes guardados, etc. Sim, preciso arrumar isso. Mas tem que ser com a ajuda dela, só que ela é mais preguiçosa que eu....
A escrivaninha da minha irmã
Tem várias coisas nela: livros do ano passado, cadernos do ano passado, livros meus, latas de chocolate vazias, presentes guardados, etc. Sim, preciso arrumar isso. Mas tem que ser com a ajuda dela, só que ela é mais preguiçosa que eu....
Relembrando
Uma banda: Pearl Jam
Uma música: "Ex-Factor", Lauryn Hill
Uma cantora: Lauryn Hill
Um cantor: Cileno (um cantor amazonense)
Um ator: Brad Pitt (além de lindo é excelente!)
Uma atriz: Angelina Jolie
Uma flor: Rosa :)))
Uma roupa: Jeans e qualquer coisa
Um calçado: Sandálias de salto alto (tá, só isso aqui mudou!)
Um sentimento: Amor
Um número: 7
Uma bebida: José Cuervo
Uma mobília: Cama
Um gesto: Um abraço
Um animal: Cachorro
Um desenho: Tiny Toons
Uma letra: A... a primeira do alfabeto e a letra do amor!
Um filme: Matrix
Um lugar: Manaus
Um livro: uns livros... A série "Deixados pra trás"
Um veneno: inveja
Um programa: Gilmore Girls
Um objeto: Copo
Um verbo: Viver
Um meio de comunicação: Internet
Um instrumento: Contra-Baixo
Uma tattoo: uma tribal logo acima das nádegas... Falta coragem de encarar a agulha!
Um horário: De manhã
Uma cor: Vermelho
Um dia: Quinta-feira
Um barulho: Chuva de manhã cedinho
Um refrigerante: Coca-cola
Parte do corpo humano: Olhos
Um chocolate: Charge
Uma estação: A das chuvas
Uma fruta: Manga
Uma comida: Italiana, Japonesa, Chinesa
Uma pergunta: Posso te beijar?
Um alguém: Deus
Esse post foi bacaninha, e hoje o reli. Não mudou nada! Nadinha!
Uma banda: Pearl Jam
Uma música: "Ex-Factor", Lauryn Hill
Uma cantora: Lauryn Hill
Um cantor: Cileno (um cantor amazonense)
Um ator: Brad Pitt (além de lindo é excelente!)
Uma atriz: Angelina Jolie
Uma flor: Rosa :)))
Uma roupa: Jeans e qualquer coisa
Um calçado: Sandálias de salto alto (tá, só isso aqui mudou!)
Um sentimento: Amor
Um número: 7
Uma bebida: José Cuervo
Uma mobília: Cama
Um gesto: Um abraço
Um animal: Cachorro
Um desenho: Tiny Toons
Uma letra: A... a primeira do alfabeto e a letra do amor!
Um filme: Matrix
Um lugar: Manaus
Um livro: uns livros... A série "Deixados pra trás"
Um veneno: inveja
Um programa: Gilmore Girls
Um objeto: Copo
Um verbo: Viver
Um meio de comunicação: Internet
Um instrumento: Contra-Baixo
Uma tattoo: uma tribal logo acima das nádegas... Falta coragem de encarar a agulha!
Um horário: De manhã
Uma cor: Vermelho
Um dia: Quinta-feira
Um barulho: Chuva de manhã cedinho
Um refrigerante: Coca-cola
Parte do corpo humano: Olhos
Um chocolate: Charge
Uma estação: A das chuvas
Uma fruta: Manga
Uma comida: Italiana, Japonesa, Chinesa
Uma pergunta: Posso te beijar?
Um alguém: Deus
Esse post foi bacaninha, e hoje o reli. Não mudou nada! Nadinha!
Tuesday, January 14, 2003
Sangue no Álcool
Quando minha adolescência começou, eu era uma pessoa calma, sem muita revolta em meu coraçãozinho, ouvia músicas evangélicas infantis e até mesmo aquelas mais antigas, e no máximo um legião urbana, paralamas, e aquelas bandas super-iupis dos anos 80 que eu ouvia na rádio e nas trilhas das novelas. Quando fiz 10 anos, fui conhecendo outras bandas, e com o passar do tempo, fui gostando.
Além das mudaças musicais na minha vida, tiveram também as mudanças gustativas no tocante a bebidas. Ou melhor, eu experimentei outras bebidas. Aos 12 anos experimentei cerveja. Eu não gostei. Acho que a primeira impressão da cerveja é sempre a mesma, que é horrível!!! Antes disso eu já havia provado vinho em algumas festas familiares (escondida, logicamente). Aos 16 eu dei uma segunda chance à cerveja, e eu fui começando a me acostumar ao gosto dela. Depois vi como era deliciosa uma cerveja estupidamente gelada quando o calor estava infernal. E depois experimentei uma versão sem gelo de cuba libre, cognac, cachaça, vodca e seus "derivados" (caipirinha, hi-fi). Tudo isso num lago que tinha "perto" da escola, onde a gente fazia a festa. Aos 19 experimentei Tequila, Whisky e outros tipos de bebidas misturadas. Nunca parei de tomar vinho. Ele sempre se fazia presente nas festas familiares.
Hoje, aos 23, bebo muito pouco. Continuo com o vinho, mas não tomo mais cerveja. Não que eu não goste, é que parei de sair, e eu não vou ficar comprando cerveja e deixar na geladeira de casa, né?! Mas quando saio, tomo um chopp ou uma latinha de cerveja mesmo. Eu ainda sonho com a tequila, e quando tenho dinheiro e disposição, vou à um bar só pra tomar uma dose, só pra sentir o gostinho.
Ah, e quanto ao lance da religiosidade, eu me baseio no versiculo que diz: "Não vos embriagueis". Foi-se o tempo que eu bebia pra cair. Hoje, como já disse a alguns colegas, eu estou degustando as bebidas.
Quando minha adolescência começou, eu era uma pessoa calma, sem muita revolta em meu coraçãozinho, ouvia músicas evangélicas infantis e até mesmo aquelas mais antigas, e no máximo um legião urbana, paralamas, e aquelas bandas super-iupis dos anos 80 que eu ouvia na rádio e nas trilhas das novelas. Quando fiz 10 anos, fui conhecendo outras bandas, e com o passar do tempo, fui gostando.
Além das mudaças musicais na minha vida, tiveram também as mudanças gustativas no tocante a bebidas. Ou melhor, eu experimentei outras bebidas. Aos 12 anos experimentei cerveja. Eu não gostei. Acho que a primeira impressão da cerveja é sempre a mesma, que é horrível!!! Antes disso eu já havia provado vinho em algumas festas familiares (escondida, logicamente). Aos 16 eu dei uma segunda chance à cerveja, e eu fui começando a me acostumar ao gosto dela. Depois vi como era deliciosa uma cerveja estupidamente gelada quando o calor estava infernal. E depois experimentei uma versão sem gelo de cuba libre, cognac, cachaça, vodca e seus "derivados" (caipirinha, hi-fi). Tudo isso num lago que tinha "perto" da escola, onde a gente fazia a festa. Aos 19 experimentei Tequila, Whisky e outros tipos de bebidas misturadas. Nunca parei de tomar vinho. Ele sempre se fazia presente nas festas familiares.
Hoje, aos 23, bebo muito pouco. Continuo com o vinho, mas não tomo mais cerveja. Não que eu não goste, é que parei de sair, e eu não vou ficar comprando cerveja e deixar na geladeira de casa, né?! Mas quando saio, tomo um chopp ou uma latinha de cerveja mesmo. Eu ainda sonho com a tequila, e quando tenho dinheiro e disposição, vou à um bar só pra tomar uma dose, só pra sentir o gostinho.
Ah, e quanto ao lance da religiosidade, eu me baseio no versiculo que diz: "Não vos embriagueis". Foi-se o tempo que eu bebia pra cair. Hoje, como já disse a alguns colegas, eu estou degustando as bebidas.
Então, semana passada tentei postar algumas coisas e não foram. Não sei porque. Meu micro tá querendo se revoltar contra mim. Suspeito que isso seja armação do meu querido pai.
Fiz um arroz com brócolis divino! Acho que é a primeira vez que acerto fazer um legal. Gosto de cozinhar. É raro, mas quando o faço, sempre fica legal. Acho que quando eu era criança cozinhava melhor do que hoje, mas ainda assim eu não desaponto.
Fiz um arroz com brócolis divino! Acho que é a primeira vez que acerto fazer um legal. Gosto de cozinhar. É raro, mas quando o faço, sempre fica legal. Acho que quando eu era criança cozinhava melhor do que hoje, mas ainda assim eu não desaponto.
Saturday, January 11, 2003
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